sábado, 29 de novembro de 2008

Não te perdoo, Roberto!

Não gozes comigo, Roberto! Nunca deixaria que fosses um post scriptum de um texto. Corre para a bola e chuta com toda a tua força, com as ganas que assimilaste em Espanha, com a obsessão que te emprestaram os turcos. Pensa que é o butterhands Barthez e dá-lhe com meio pé, enrola-a até bater com tom de aviso no ferro e esgueirar-se para dentro, percorrendo as redes de um lado ao outro em lenta volta de honra, agradecendo a ovação de pé.

Faz isso e esqueço que sou português, esqueço que esse golo adia a qualificação do F.C. Porto, que a tua exibição não está a ser brilhante, que a pêra que hoje usas torna-te camaleão entre os Semih Şentürk da tua equipa. Acerta esse remate porque mereces. Foste grande como poucos! Talvez o melhor de sempre! Ainda que haja compatriotas teus, os mais velhos, que jurem, a bater no peito e de terço gasto entre os dedos, que ceptro e manto são e serão sempre da «Enciclopédia» Nilton Santos. Sim, há italianos que só têm olhos para Maldini e alemães que ainda lembram Breitner. Puff! Eles sabem lá o que dizem...

Marca esse golo! Tens 35 anos, é a última jogada do encontro, pode ser a última vez que te vejo correr de dedos apontados para o céu a sorrir, depois de mais um míssil decisivo. Lembra-te daquela impossibilidade matemática frente ao Tenerife, em quinta a fundo quase a esbarrar com os placares, e de tantos outros momentos de génio, monumentos que todos somados nunca chegaram para te eleger melhor do mundo. Não, não passes, o que vais tu fazer? Enganaste-me! Que força ainda, coitado desse lençol azul e branco à frente de Helton, quase é engolido à passagem do ciclone. Está a acabar¿ Acabou! Foi F.C. Porto que passou, com justiça, e só tenho pena de ti, Roberto!

É dia de La Pulga e da infestação culé em Alvalade, que nem precisa de acelerar para chegar à goleada. Os desesperados Polga e Caneira, incapazes de manter a compostura, atrapalham-se e acertam duas bolas na baliza errada. Messi, Henry e Bojan compõem a maior goleada sofrida pelo Sporting em sua casa e Veloso e Liedson apenas atenuam o peso de uma estrondosa lição de futebol. No Pireu, o Benfica deixa os olhos tombar até ao chão aos 38 segundos, avesso a actos de heroísmo, e joga encolhido, arrepiado pelo rufar dos tambores à volta do vulcão. Galletti e Diogo comandam o rolo compressor, e Quique fez eco do perdão que nasceu na boca de João Pinto, em Vigo, anos antes.

Os dragões regressam sorridentes na volta do Expresso do Oriente. Para trás fica a confusa Constantinopla, hoje Istambul, e a sensação de dever cumprido. Apurados e, sobretudo, esquecidos de terem desabado, semanas atrás, em Londres, como um bairro inteiro sincronizado a implodir. Já os rivais terão presentes as deles por mais algumas semanas, tão frescas que estão as humilhações.

Os três grandes cambaleiam feridos pela Europa, como se a distância entre gigantes e portugueses tivesse aumentado uns metros todos os anos desde que Mourinho levantou as duas Taças. E se não fosse por culpa dele... Os adeptos pensam que não. Que o seu é o maior clube do mundo, que Portugal ainda está na linha da frente, que as derrotas são acidentes, percalços, erros ocasionais. Que o campeonato que temos é ainda capaz de sustentar grandes equipas, alimentá-las em talento e consistência.

E, quanto a ti, Roberto, que te votaste ao esquecimento numa liga que só interessa aos turcos, só não te perdoo este último jogo, já que não te posso julgar por não teres vindo para cá. Devias-nos mais um golo magistral, devias-me outros três parágrafos de loucura para concluir este texto, uma despedida em grande para o melhor lateral-esquerdo que o mundo já viu. Não te perdoo!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Da próxima avisem e não vamos!

Era como se gigantescos deuses do futebol tivessem garantido lugares na primeira fila à volta do estádio, agora mesa de pimbolim com jogadores pintados a vermelho portuga e amarelo escrete. Um a um, lado a lado, como budas esculpidos de ar, estão disfarçados para não causarem perturbação no samba das bancadas lá em baixo. Que ninguém perceba que há mais do que talento a definir as jogadas! Não! Outra vez? Reclina-se para trás, recusa-se, coloca o cachecol à volta do pescoço, solta uns papelinhos sobre o estádio em concha, fecha os braços num abraço a si próprio e olha para baixo, à espera do pontapé de saída. Não contem comigo! Só vim cá ver a bola!

O golo de calcanhar de Danny deixa em suspenso o movimento das ancas das mulatas! Mas o «Fabuloso» Fabiano faz com que nos hipnotizem outra vez! Como a havaiana no tablier de um Cinquecento. Mais um! Outra vez Fabiano! Cristiano Ronaldo a tentar rodear Maicon, Robinho a levar atrás o sôfrego Pepe, Deco emparedado entre Anderson e Gilberto Silva, Danny a vaguear longe dos confrontos com Luisão e Tiago Silva. Kaká a transpirar classe a cada passo, Deco muito mais tímido do que depois do apito. Ruborizado, triste, deslocado no seu país de nascimento. É o samba, Deco, lembras-te? As bancadas enrouquecem à meia hora, pouco preparadas para tanta velocidade, para tanto grito. Estão loucos?

Fabiano chama Maicon à área. Toda tua! O lateral embala e no último momento enrola a bola de trivela e engana Quim. No último momento, a bo-la cur-va em câ-ma-ra len-ta. Lá em cima, todos se olham. Da direita para a esquerda, as pupilas dilatam debaixo das barbas esbranquiçadas. O que assobia com descontracção, entre os goles de cerveja, percebe que todos os outros olham para ele. Levanta as mãos espantado e jura por todos os santos. Não fui eu, não tenho nada a ver com isso! Tal como há 38 anos, Maicon tem tanto direito ao seu puta-que-pariu como teve Carlos Alberto na final do Mundial. Que monumento, um golo fantástico! Ei, não é esse aí o melhor do mundo, não...

O hat-trick de Luís Fabiano faz estalar olés nas bancadas, silenciados depois com o golo de Simão. Maniche irrita-se com as pernas de Elano, Elano fica furioso com a baliza de Quim. Queiroz já tinha levado antes as mãos à cabeça, agora vê o guarda-redes voar sem nexo, desamparado, e o míssil do Citizen faz baixar a vergonha como cortina sobre os jogadores.

Cristiano Ronaldo parece ter perdido a aura de melhor do mundo. O resultado é pesado, duro, mas não terá sido sempre possível com tanto talento em campo? Haveria portugueses que não o temiam? Já não há olés, o jogo parece ter acabado. Esperem, vem ainda Adriano, com a vontade de vingar-se de Mourinho em todos os portugueses. Estes 11 servem! Cruzamento. O estádio suspenso. Ninguém respira. Adriano salta nas costas do distraído Bruno Alves e cabeceia. Nas rádios, só se ouve o som ambiente durante uns centésimos. Golo, claro! Só podia ser. 6-2.

Os deuses levantam-se histéricos e correm para os seus lugares. O que foram eles fazer? Sinto-me cansado, esmagado mas também feliz por ter visto magia. Cheio de raiva por nos terem serrado a nós ao meio. Da próxima avisem, sim? É que não vamos. Robinho parece que me ouviu e ainda volta atrás. O árbitro já vai para os balneários, com companheiros de equipa e adversários. O moleque quer deixar o punch line depois de uma exibição fantástica. Chuta uma bola para o público e sorri. Está feliz, claro. Volta as costas, mas ainda olha uma última vez, de sorriso rasgado. Obrigado por nos terem deixado brincar!

sábado, 15 de novembro de 2008

Não faltará um sorriso ao futebol?

Sem saber bem como, aprendeu. Leva a bola no peito do pé esquerdo como se fosse algo natural, uma extensão do corpo, flectindo ligeiramente o tronco naquele momento de indecisão, naquele instante em que tem de escolher se a passa e foge ou se foge com ela. Chega à linha branca e remata. Sempre assim, de trivela, porque a perna, desde que nasceu, inclina-se um pouco para dentro.

Olha para mim agora, triste, porque o obrigam a fazer algo que não percebe, a recuar com a bola aos saltinhos, em vez de correr como o miúdo que é para a baliza. Quer fazer o golo da sua vida, mesmo que tenha segundos de validade, apenas até ao próximo tiro extraordinário, depois de driblar onze adversários imaginários e ouvir em surdina os milhares que só vão estar daqui a uns anos nas bancadas.

Ainda não tem seis anos e já lhe colocam regras, limitam-lhe o espaço por onde crescer. Ainda não tem seis anos e fintar já é um exercício, algo que se pratica, quando antes se divertia a enganar o irmão dois anos mais velho, com mudanças de velocidade previsíveis mas eficazes, sempre pelo mesmo lado, como um Paneira visto por meio de um espelho, a conduzir pelo lado contrário do campo. Ainda não tem seis anos.

Não sorriu uma vez, festeja os golos com explosão, libertando-se de todo o constrangimento que carrega às costas. Nem após a melhor finta do mundo ou qualquer coisa parecida, depois de rodar 360 graus sobre si mesmo e ter feito a um arqui-rival um túnel incrível com o calcanhar e a força de vontade, Riquelme ri. Nem um sorriso a levantar o canto dos lábios como uma carta de poker que se espreita apenas, com medo de se denunciar. Nada mais do que dentes cerrados e o olhar em frente, na direcção da vitória.

Boca es nuestro grito de amor
Boca nunca teme luchar,
Boca es entusiasmo y valor,
Boca Juniors... a triunfar...

Penalty de um Postiga armado em Panenka, ao meio da baliza de Calamity James. O rosto fechado de Deco, compenetrado como sempre, abre pela primeira vez em anos. Eleva as mãos acima da cabeça e bate palmas como alguém que acabou de ouvir o Monty Phyton John Cleese dizer I'm afraid not, I'm afraid all the vacancies were filled several weeks ago, em Silly Job Interview. Um, dois, tantos jogos depois, não se lhe vê ponta de um sorriso, o rosto mantém-se concentrado, focado. São os outros que se divertem da leveza com que os adversários caem, peças de dominó de uma tentativa para record do Guinness.

O outro lá ao fundo também não se ri. Tão destro como o outro é canhoto, joga às vezes à defesa, outras ao ataque. Não sorri nem se ri, não grita ou explode em alegria. Corre atrás da bola, com jeito para não magoar quem a tem, interessado a tentar apostar tudo num golpe de sorte: uma bola perdida, a corrida para a área e o remate forte. Aí não falha! Sei o que um tem talento e arreliará treinadores, o outro jogará pouco mas será o melhor amigo dos Paulos Bento deste mundo, preenchendo-lhe as pausas do discurso arras-ta-do.

Vem aí. Pergunto-lhe interessado, vendo-o como se tivesse acabado de sair da sala de aulas ou de uma repartição de finanças. Então, correu bem? Encolhe os ombros e olha para chão. Ganhei...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Não me lixes, Diego!

Por una cabeza 
todas las locuras 
su boca que besa 
borra la tristeza calma la amargura. 
Por una cabeza 
si ella me olvida que importa perderme 
mil veces la vida 
para que vivir...

O violoncelo e o violino dançam o tango de Gardel com o fumo de velas a queimar. Faço o sinal do Dez da testa ao queixo, persigno-me com reverência, terminando com os lábios sobre polegar e indicador. Caminho em silêncio, com medo de irritar Deus com o ranger do soalho da sua própria casa. O luto, reparo, é feito em tons de céu e branco, de cabeças baixas, mas sem lágrimas, como se a canção de Evita Perón tivesse laqueado os canais lacrimais de todos os rostos no meu rastro.

Encontro o confessor. Veste o 11 de Valdano e caminha elegante e de peito feito, com livros debaixo do braço, pronto a absorver as dores do mundo e resolvê-las como uma sentença. Hoje, odeio-o. Penitenciate! Gritou-me, irado, de cabelos em pé e chispando faíscas dos olhos raiados de sangue, quando confessei o pecado. Obrigou-me a ver uma compilação para maiores de 18 de Gentile, durante duas horas por dia até abstrair-me dos maus pensamentos, e ameaçou chamar Passarella para levar-me ao Purgatório ou Batista para acompanhar-me ao Inferno, se eu não conseguisse encontrar a salvação antes de morrer.

Já perdi a noção do que me trouxe até aqui. Geralmente, fico assim à terceira falta de Gentile, a quem, para ser protagonista de filme de horror, só falta a motosserra e a máscara de Jason Voorhees em Friday the 13th ou o preto-e-branco pudico de Tarantino quando Uma Thurman começa a rachar asiáticos ao meio em Kill Bill. Sei que estava como agora, preso às declarações de Messi sobre si próprio, sobre o que dizem dele, sobretudo Maradona. Shiuuuuu! Ele ouve tudo. Messi diz que não é e-go-ís-ta, Ma-ra-do-na diz que sim. Ele, Ma-ra-do-na, diz que sim.

Aquele jeito de levar a bola, com os três últimos dedos do pé esquerdo, o regate antes do remate ou do passe mortal, a mesma tentação de procurar a jogada do ano em cada posse de bola. Os cinco adversários do Pelusa frente à Inglaterra, os cinco opositores de Messi no encontro com o Getafe. La mano de Dios nessa desfeita a Shilton, a mão do acólito perante o Español, que enrouqueceu o jornalista no relato para a televisão nacional. Para mí es Diego, es el mismo tipo! Goooooooooool del Barça! Reencarnó. Yo no credo en esto, pero reencarnó! Aquele futebol de rua, cheio de poeira e meias cor de tijolo, a simplicidade com que as vírgulas surgem pelo campo, pequenas pausas num caminho aos ésses até à consagração final. 

Sim, D10S é perfeito. Há os livres que ninguém conseguiu decalcar. A visão periférica, aquele passe para Cannigia que destroçou o Brasil ou o de quatro anos antes para Burruchaga, o do título mundial. Mas aquele golo na meia-final com a Bélgica, feito por si e apenas por si, com Olarticoechea e Valdano a cair na área sobre a esquerda e Burruchaga a chegar de trás, pela direita; num acesso de má vontade herética não poderia ser considerado egoísmo? Não, porque marcou. Resolveu, decidiu, foi genial. E Messi não? Incito o miúdo à revolta, quase dando murros ao portátil. Não tens de ser igual. Nem os gémeos são iguais. Reage, pá. Diz-lhe: Não me lixes, Diego. Sou eu, o Messi, lembras-te?

As paredes desabaram e o mundo desdobrou-se como num mau filme de ficção. Vi-me aqui sem perceber bem como, passaram-me à frente de uma longa fila de brasileiros com camisolas a idolatrar Pelé e obrigaram-me a esperar horas, numa sala com música ambiente.

Vamos, vamos Argentina, 
vamos, vamos a ganar, 
que esta barra quilombera, 
no te deja, no te deja 
de alentar.

Chegou Valdano e obrigou-me a repetir para a eternidade: Deus só há um!

(by Luís Mateus)

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O futebol nos tempos de cólera

Um lenço imaginário tapa-lhe o cabelo, uma pala invisível o olho esquerdo. Com a convicção de um pirata que afunda a pá no sítio onde quer cavar, Pablo Aimar, um dos mais talentosos dos sete mares, desenha a cruz que marca o tesouro.

Fifteen men on a dead mans chest
Yo ho ho and a bottle of rum!
Drink and the devil had done for the rest
Yo ho ho and a bottle of rum!

A letra X. Ali. Seguro de si, carrega o baú de dobrões e afunda-o para o recuperar depois. Mão esquerda à frente da direita, a apontar o monóculo no horizonte. As pernas cruzam-se velozes atrás da bola inchada com o mapa do tesouro lá dentro, como um passo de esgrima em cima da prancha de um galeão. Para tí, Suazo, todo mi oro!

O velho Old Trafford explode. Glory, glory, ManUnited! Glory, glory, ManUnited! Sim, é golo de Cristiano, aquele que os red devils cantam a plenos pulmões que não tem igual. É apenas mais um de muitos, rompido o tridente amoroso com Nereida e o Real, ninguém sabe necessariamente se por esta ordem. Mas a consciência de algo ainda mais especial abate-se sobre o estádio como um martelo sobre a bigorna. Culpa de Berbatov, o búlgaro que pisa a grande área com um cavalete debaixo do braço, pronto a desenhar mais uma obra de arte. James Collins ainda gatinha a esta hora para a lateral. O defesa galês tenta encontrar, de cócoras - como Vítor Baptista desesperava pelo brinco - os rins que perdeu. Junto à linha final, a viragem de 180 graus sobre a bola, completada com o pé direito e com a assistência para o português detonam a festa.

Salto em uníssono, tão sincronizado como nadadoras de molas no nariz quando vêm à superfície. O banco da Naval desespera. Davide já tinha saído, depois de ter perdido no ar a luta com o cotovelo de Bruno Alves, e espera-o agulha e linha, quatro pontos cosidos na cabeça e talvez uma cicatriz para mostrar aos futuros netos. Agora, o central entra novamente para lá do limite, duro, dentro de um estilo perigoso mesmo para avançados de barba rija. Pedro Henriques perdoa-lhe outra vez.

A norte, Derlei anula com uma patada um túnel de Sílvio e insulta-o no chão, culpando-o pelos males do mundo e pela insolência. Amarelo. Sob influência de um vírus estranho ou num inaceitável acesso de loucura, salta segundos depois com o cotovelo nas costas de um adversário e atira a bola para fora. Vermelho. Em Guimarães, com o Diabo de Gaia, irradiado por um ano das bancadas, a marcar surpreendente presença, as claques esgrimem argumentos com cadeiras e insultos. Uma falha Aimar por pouco. E Reyes também acabará expulso depois de vulgarizado por Andrezinho. Cego pelo rival, fere-o no flanco e sai mais cedo.

Córdoba salva Mourinho sobre o gongo em Reggio Calabria. Viva la Cumbia!. O colombiano evitou a terceira igualdade em quatro jogos, já que depois viria a de Chipre. A pressão teima em não esvaziar para o lado do Special One, talvez numa conta ainda um pouco mais alta do que a que pretendia para os seus ombros. Fez a equipa para Lampard, mas não tem o inglês para levar a bola mais vezes perto de Ibrahimovic, e mostra-se incapaz de estabilizar a equipa atrás como tanto gosta, por força de muitas lesões. Inacreditáveis os três erros defensivos em Larnaca, sobretudo numa equipa italiana de topo como a nerazzurra. Já a Juventus e De Piero vivem um segundo fôlego em Itália e na Champions. Aos 33 anos, o avançado encontrou o elixir da eterna juventude. E o Real um pesadelo.

A semana em Portugal acaba com vitórias de Sporting e F.C. Porto, e com imagens de que, afinal, está tudo bem. Ao Dragão voltou a sorte que Jesualdo perseguia, em Alvalade acabaram os casos que nunca existiram e faziam rir os jogadores. A verdade é que, felizmente, todos temos a capacidade de nos rir uns dos outros.

(by Luís Mateus)

Perfil

Lisboa, Portugal
Subdirector do IOL e do Maisfutebol
Tempos livres: webdesign e criação de gatos Bosques da Noruega

Breve currículo:

2009 - (...) - IOL - Subdirector
2006 - 2008 - Maisfutebol - Editor
2005 - jornal Metro - Chefe de Redacção
2004 - 2005 - jornal Metro - Editor
2000 - 2004 - Maisfutebol - jornalista
1999-2000 - Terraportugal.com - Coordenador Editorial
1996-1999 - A Bola - jornalista

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